Logística — TMS
Visão geral
Módulo de transportes: do desenho da malha até a baixa do romaneio.
Cidades e RegiõesCidades atendidas e o agrupamento delas em regiões de distribuição.Fatura de FreteA cobrança da transportadora: importar, conferir e lançar como ordem de pagamento.Malha de DistribuiçãoRotas, armazéns e centros de distribuição que formam a malha.Rascunho de RomaneioPlanejamento da carga: quantos caminhões pedir, antes de o romaneio existir.RomaneioMontagem da carga por NF-e ou por pedido, conferência, emissão e baixa.
Cidades e Regiões
O cadastro que sustenta o módulo de transportes. Uma região agrupa localidades; a Malha de Distribuição depende dela para saber por onde a carga vai, e a tabela de frete, para saber quanto cobrar.
Duas dimensões, não duas telas
A tela se divide em Cidades e Regiões porque são trabalhos diferentes. A aba Regiões cuida do catálogo — meia dúzia de linhas que quase não muda. A aba Cidades é onde o trabalho acontece: classificar milhares de municípios.
Cidades
Cada linha traz cidade, UF, região, código IBGE, DDD e população, com os botões de editar e excluir à direita.

Encontrar o que falta classificar
Os filtros existem para responder uma pergunta prática — o que ainda não tem região?
- Buscar cidade pelo nome — a busca é feita no servidor, não na página carregada. São cerca de 5.500 municípios; filtrar só o que está na tela daria "nenhum resultado" para cidade que existe.
- Estado e Região estreitam a lista.
- Somente sem região é o filtro que importa na manutenção: mostra exatamente o que falta fazer.
- 50 por página ajusta quantas linhas vêm por vez.
Classificar em lote
Marcar as caixas das linhas abre uma barra com o total selecionado:
- Escolha a região no campo Escolha a região…
- Vincular aplica a todas as marcadas de uma vez.
- Desvincular faz o contrário — tira a região das selecionadas.
É o motivo de a seleção existir. Classificar trezentas cidades uma a uma não é manutenção viável; com o filtro Somente sem região e o vínculo em lote, o mesmo trabalho vira duas ações.
Cadastrar uma cidade
O botão + Nova cidade abre o formulário.

| Campo | Para quê |
|---|---|
| Cidade e Estado | Identificam o município |
| Região | Onde ele entra. Em branco, a cidade fica sem região |
| Código IBGE | O código oficial, usado para bater com outros sistemas |
| DDD e População | Referência de apoio |
| Ordem | Ordem de exibição e de roteirização |
| Código ES e Código de enquadramento | Códigos fiscais, quando o caso pedir |
| Observação | Texto livre |
Deixar a região em branco é válido: a cidade nasce sem classificação e aparece no filtro Somente sem região, esperando ser tratada junto com as outras.
Editar
O lápis na linha abre os mesmos campos, já preenchidos.

O × ao lado da região desclassifica a cidade — ela continua existindo, só volta a ficar sem região.
Regiões
A lista mostra o que cada região agrupa e quantas cidades e estados apontam para ela. O seletor Ativas / Arquivadas separa o que está em uso do que foi aposentado.

Criar uma região
Além do nome, a escolha que define a região é o que ela agrupa:
CidadesCada cidade é classificada individualmente nesta região.
EstadosO estado inteiro aponta para esta região, sem passar cidade por cidade.
As duas podem estar ligadas ao mesmo tempo, e ao menos uma precisa estar — uma região que não agrupa nada não tem o que fazer. A Observação é o lugar de anotar o combinado ("cobre PR, SC e RS", "Expresso Petrolina").

Editar

A abrangência em uso não pode ser desligada
Se a região já tem cidades vinculadas, a caixa Cidades fica travada — e a tela diz quantas são. Desligá-la deixaria essas cidades apontando para uma região que não as aceita mais.
Para mudar a abrangência, desvincule antes: use a aba Cidades, filtre por essa região, selecione tudo e clique em Desvincular.
Arquivar em vez de apagar
O ícone de caixa arquiva a região: ela sai da lista de ativas e deixa de ser oferecida em novos cadastros, mas o histórico de quem apontava para ela continua fazendo sentido. Reativar é o mesmo botão, na visão Arquivadas.
Excluir existe e é outra coisa: reclassifica em lote tudo o que apontava para a região. É por isso que pede permissão à parte.
Erros comuns
Busquei a cidade e não apareceuConfira o filtro de estado e o de região — eles continuam valendo junto com a busca. Se a cidade não existir mesmo, cadastre em + Nova cidade.
Escolha o que a região agrupaNem Cidades nem Estados foi marcado. Uma região precisa agrupar ao menos um dos dois.
Não consigo desmarcar Cidades na regiãoEla tem cidades vinculadas — o número aparece logo abaixo das caixas. Desvincule na aba Cidades e volte.
Fatura de Frete
Do outro lado do romaneio está a conta. A transportadora leva a carga e depois cobra — e é aqui que essa cobrança entra na plataforma, é conferida e vira uma ordem de pagamento no DCON ERP.
O romaneio diz o que foi levadoA carga que saiu, com as notas e o frete previsto.
A fatura diz o que foi cobradoOs CT-e que a transportadora emitiu e o valor de cada um.
1. Trazer a fatura para dentro
A tela abre em duas abas. A que funciona hoje é a Importação de EDI.

O EDI é o arquivo que a transportadora envia com a fatura — um por fatura, no padrão PROCEDA/DOCCOB. Cada arquivo traz os CT-e cobrados e as notas fiscais de cada um.
- Importar EDI abre o seletor de arquivos. Dá para selecionar o lote inteiro do período de uma vez — não precisa importar um a um.
- O campo de busca aceita nº da fatura, transportadora, CNPJ ou tomador.
A aba Manual ainda não está pronta
Ela vai receber o lançamento à mão — cabeçalho, CT-e e notas — para as transportadoras que não enviam arquivo EDI. Enquanto isso, só a importação funciona.

2. Completar o que o arquivo não traz
O EDI diz o que foi cobrado, não de quem é a despesa. Dez informações precisam ser preenchidas antes de a fatura poder ser lançada, e o sistema lista as que faltam em vez de deixar o botão morto:
| Falta | Mensagem |
|---|---|
| Transportadora | Vincule a transportadora ao cadastro do ERP. |
| Empresa que paga | Informe a empresa que vai pagar a fatura. |
| Departamento | Informe o departamento que recebe a despesa. |
| Classificação | Informe a classificação geral da despesa. |
| Unidade de negócio | Informe a unidade de negócio. |
| Competência | Informe a competência da despesa. |
| Vencimento | Informe o vencimento da fatura. |
| Forma de pagamento | Informe a forma de pagamento. |
| Boleto ou conta bancária | Anexe o boleto da fatura. / Informe a conta bancária da transportadora. |
Boleto e conta bancária nunca são exigidos ao mesmo tempo. Em boleto, o documento é o destino do dinheiro; em depósito ou PIX, o destino é uma conta da transportadora. O sistema pede um ou outro conforme a forma de pagamento escolhida.
Competência não é a data da fatura
Uma fatura emitida em 16/07 pode cobrir fretes de junho — e é em junho que a despesa pertence. Nem a emissão nem o vencimento respondem isso; por isso a competência é um campo à parte, preenchido por quem confere.
3. Lançar a ordem de pagamento
Com tudo preenchido, a fatura é enviada ao ERP como ordem de pagamento.
Lançar move dinheiro, e não se desfaz por aqui
A OP lançada não volta atrás pela plataforma. E lançar duas vezes é pagar duas vezes — por isso o sistema pergunta ao ERP, antes de enviar, se aquela fatura já foi lançada. A checagem usa CNPJ da transportadora + número da fatura, e sobrevive até a uma queda no meio do caminho.
Por isso Lançar OP é uma permissão separada de Editar: preencher campo é reversível, lançar não é.
O lançamento de ordens de pagamento está desativado no momentoExiste uma chave que interrompe o envio ao ERP — usada quando o ERP está em manutenção. Não é erro da fatura: aguarde e tente de novo.
Malha de Distribuição
Toda carga que sai de um armazém precisa chegar a um cliente, e nem sempre em linha reta. A malha é o cadastro que responde, para cada par origem → destino, qual é o percurso.
São dois percursos possíveis:
Entrega diretaA carga sai do armazém e vai até o cliente. Um romaneio só, sem parada no meio.
RedespachoA carga passa por uma filial antes. O trajeto vira dois ou mais trechos, e cada um tem o seu romaneio.
Um exemplo: uma carga que sai de Curitiba para Petrolina não vai direto — ela segue primeiro para a filial de Recife, e de lá é redespachada. Já uma carga de Curitiba para Londrina sai direta. Quem sabe dessa diferença é a malha, e é ela que precisa ser cadastrada.
Isso importa porque o romaneio consulta a malha na hora de ser emitido. Não é o operador que decide se a carga passa por Recife: ele informa a origem e o destino, e a malha devolve o caminho, o prazo de cada trecho e as transportadoras habilitadas. Malha errada não gera mensagem de erro — gera carga saindo pelo caminho errado, com prazo e frete errados.

Malha vazia é um estado válido
Sem opção cadastrada, tudo sai como entrega direta — um romaneio só, do armazém ao cliente. Você cadastra apenas os destinos que exigem redespacho ou que têm prazo e frete próprios. Por isso a tela não pagina: a malha inteira cabe nela.
A tela tem duas abas e dois filtros:
- Opções de frete — o cadastro em si.
- Simulador — informa origem e destino e veja o caminho resolvido, antes de a carga existir.
- A busca aceita CD de origem ou destino.
- Em uso / Arquivadas separam o que vale hoje do que foi aposentado. Tirar de circulação é arquivar, não apagar: o histórico das cargas antigas continua fazendo sentido.
Criar uma opção de frete
O botão + Nova opção de frete abre o formulário. O que você monta ali é um caminho.

1. De onde sai e para onde vai
- CD de origem — o centro de distribuição de onde a carga parte.
- Estado de destino — o destino é escolhido em dois passos, começando pela UF.
Por que começar pelo estado
O nome de uma região sozinho é ambíguo: "INTERIOR" não diz de qual estado. Partindo da UF, a escolha fica inequívoca — e cadastrar por região derruba centenas de combinações estado→estado para algumas dezenas de linhas.
Escolhido o estado, defina o que a opção atende nele:
| Opção | Quando usar |
|---|---|
| Uma região | O caso normal — vale para todas as cidades daquela região |
| Uma cidade específica | A exceção pontual |
Quando as duas existem para o mesmo lugar, a cidade vence a região. É assim que se abre exceção sem desmontar o cadastro geral.
2. O caminho da carga
O formulário já nasce com um trecho: do CD ao cliente. Isso é a entrega direta, e é o estado inicial.
Adicionar parada (redespacho) insere um trecho antes do último. O tipo do romaneio não é perguntado — ele é derivado: parada intermediária vira redespacho, o trecho final vira entrega.
O último trecho é fixo no cliente e não pode ser removido — é o que garante que a carga chegue ao destino.
Cada trecho pede:
- Prazo do trecho (dias) — só número; alimenta a previsão de entrega.
- Horário de corte — opcional. Preenchido, o sistema avisa na própria tela: depois das 12:00, este trecho leva 1 dia a mais. Em branco, o trecho não acrescenta dia nenhum.
- Transportadoras habilitadas — várias por trecho, sem ordem. A malha declara quem pode fazer aquele trecho; quem escolhe é o usuário na emissão do romaneio.
Origem e parada têm alcances diferentes
A origem é limitada à empresa da rota, que é quem tem o saldo. A parada aceita qualquer armazém do grupo — porque o caso real é justamente redespachar por uma filial de outra empresa.
3. Cobrança do frete
Dois campos, ambos opcionais:
- Percentual sobre o pedido (%)
- Frete mínimo (R$)
Cobra-se o MAIOR entre os dois: o mínimo é piso, não taxa. Pedido pequeno paga o piso; pedido grande paga o percentual. Em branco os dois, a opção fica sem precificação definida.
A Observação (até 255 caracteres) é o lugar de combinados como só carga fechada.
Confira no simulador
Antes de confiar a malha ao romaneio, use a aba Simulador: informe origem e destino e veja o caminho que sairia. Ele chama o mesmo resolvedor que o romaneio chama — o que aparece ali é o que vai acontecer, não uma aproximação.
Erros comuns
Cadastrei a opção e o romaneio continua saindo diretoConfira o estado e a região do destino, e se a opção não está em Arquivadas. Rode o simulador com a origem e o destino reais.
A região certa não aparece na listaAs regiões são carregadas a partir do estado escolhido. Se ela não estiver lá, o cadastro é em Cidades e Regiões.
Não consigo remover o último trechoEle é fixo, por desenho: é o trecho que entrega ao cliente. Para encurtar o caminho, remova as paradas.
Rascunho de Romaneio
O planejamento que vem antes de a carga existir: escolhe-se um centro de distribuição, listam-se os pedidos já atendidos e ainda não romaneados, e distribuem-se eles em caminhões — para saber quantos veículos pedir à transportadora.

Cada linha mostra o nome do rascunho (com data e quem criou), o CD, a transportadora considerada — ou Todas —, a contagem de caminhões e de pedidos, e a situação.
| Situação | O que significa |
|---|---|
| Aberto | Em montagem; aceita qualquer alteração, e a lixeira à direita descarta |
| Descartado | Abandonado. É o fim da linha — não há como reabrir |
+ Novo rascunho, no topo direito, começa um planejamento novo.
O rascunho nunca vira romaneio
Não existe conversão automática, e é de propósito: o rascunho trabalha com o peso do pedido, não com o da nota fiscal — é uma estimativa. Quem monta a carga de verdade abre um romaneio olhando o rascunho, e não a partir dele. Converter automaticamente transformaria um planejamento aproximado em documento fiscal sem ninguém conferir.
Nada daqui vai para o ERP. O rascunho existe só para dimensionar a frota, e some do caminho depois — a base guarda os mais recentes.
Romaneio
A carga que sai do armazém num veículo. O roteirista abre o romaneio, coloca a mercadoria dentro dele, confere contra a capacidade do caminhão, emite — o que põe a carga em trânsito — e depois registra a baixa de cada nota.
A carga só toca o ERP na emissão
Abrir o romaneio, bipar notas e ajustar pesos acontece na base local. Isso é proposital: a conferência continua funcionando com a rede instável do galpão. No clique de Emitir e imprimir a carga inteira sobe de uma vez — e, se o ERP recusar, o romaneio não vai para trânsito.
O ciclo de vida
A listagem separa os romaneios por essas situações, incluindo Baixados e Cancelados.

Cada linha resume a carga: número do romaneio e data, o Nº no DCON ERP (só existe depois da emissão — em digitação aparece —), tipo, origem → destino, placa e motorista, quantidade de notas, peso e a situação. Clicar abre o romaneio; o ícone da impressora, à direita, reimprime a folha.
1. Abrir o romaneio
A janela de abertura pede, nesta ordem:
- Tipo da carga — Escolha o tipo…
- Entrega — mercadoria destinada ao cliente final.
- Redespacho — mercadoria enviada a outra filial ou parceiro.
- Origem — De qual CD a carga sai. A lista mostra a carga daquele centro de distribuição, de qualquer empresa do grupo.
- Veículo e motorista — obrigatórios.
A ordem não é decorativa
Tipo e origem vêm primeiro porque definem o que pode entrar depois: o sistema recusa nota de outro armazém. E o veículo é exigido na abertura porque é o único momento em que o caminhão está na doca com alguém olhando para ele.
O tipo usa o mesmo vocabulário da Malha de Distribuição, que é quem sugere o caminho de cada trecho.

O Redespacho pede um campo a mais — o CD de destino, a filial que vai receber a carga:

Os demais campos valem para os dois tipos:
| Campo | Observação |
|---|---|
| KM inicial | Opcional — o odômetro na saída. Em branco se o veículo ainda não estiver no pátio |
| Veículo | Obrigatório. A busca aceita placa ou modelo |
| Motorista | Obrigatório |
| Documento do motorista e Conferente | Opcionais |
| Observação | Até 350 caracteres — sai impressa no romaneio |
A busca de veículo traz, junto com a placa, o que decide a conferência depois: modelo, tipo, carroceria, capacidade de peso e cubagem e a transportadora.

2. Montar a carga
A tela de conferência tem bipagem à esquerda e a carga à direita. Tudo aqui é organizado para o operador não tirar as mãos do leitor.

O topo concentra o que a carga é (Entrega · CD - SP → Clientes), a situação e os botões da viagem. À direita, o painel Carga acumula volumes, valor, peso e cubagem — e mostra quanto disso já é da capacidade do caminhão. Abaixo dele, a ficha do Veículo: modelo, tipo, carroceria, transportadora, motorista e conferente.
A faixa amarela do topo é aviso, não bloqueio: o veículo consta em trânsito em outra carga — a emissão continua permitida. Quem decide é quem está olhando para a doca.
Por NF-e (bipagem)
Aponte o leitor para a etiqueta. A nota recém-bipada entra no topo da lista — numa carga de quarenta notas, o operador precisa ver a última leitura sem rolar a página.
O campo espera a chave de 44 dígitos e dispara sozinho ao completá-la — não é preciso pressionar Enter. Buscar nota, ao lado, é a saída manual para a etiqueta ilegível.
Dois tipos de retorno, com pesos diferentes de propósito:
| Retorno | Aparência | Significa |
|---|---|---|
| Bloqueio | Vermelho, fica na tela | A nota não entra (cancelada, de outro armazém, já em outro romaneio) |
| Alerta | Âmbar, some sozinho | A nota entrou, mas há algo a observar |
O bloqueio não desaparece sozinho porque um "nota cancelada" que some em três segundos é um erro que ninguém leu.
Por pedido, sem nota fiscal
Nem toda carga parte de uma NF-e emitida. Quando a mercadoria é montada antes de a nota existir, use a busca de Pedido sem NF-e.
- A busca aceita número do pedido, cliente ou CNPJ — quem monta a carga nem sempre tem o número exato.
- A inclusão exige confirmação explícita, diferente da bipagem. Bipar já é um gesto sobre a caixa certa; aqui você escolhe numa lista, e incluir o primeiro resultado automaticamente poria no caminhão o pedido do cliente parecido.
- Pedido bloqueado aparece na lista, em vermelho e não clicável, com o motivo — em vez de sumir e fazer você procurar o número errado.

Ajustes por linha
Cada linha da carga permite corrigir peso, escrever uma observação, definir o destino do item e remover a linha.
Remover pede confirmação — e mostra o que sai
A remoção é destrutiva e silenciosa: a linha some, os totais mudam sozinhos, e os ícones ficam a poucos pixels um do outro. Por isso a confirmação mostra o número da nota e o cliente, não um "tem certeza?" genérico. Nota bipada volta com um novo bipe; pedido obriga a buscar de novo.
Corrigir os dados da viagem
O botão Dados da viagem, no topo, reabre o que muda entre o momento da abertura e o caminhão de fato sair:
| Campo | Observação |
|---|---|
| Motorista | Continua obrigatório: apagá-lo devolve Informe o motorista. — o papel não sai sem dizer quem levou a carga |
| Documento do motorista | Opcional |
| Conferente | Opcional |
| Observação | Até 350 caracteres, com contador no canto. Instruções de entrega, restrições de horário, combinados com o cliente |

O que você digita é convertido para maiúsculas — é assim que sai no papel. Cada alteração entra no histórico do romaneio dizendo qual campo mudou, para que a correção seja rastreável meses depois.
Vale só enquanto a carga se monta — a mesma regra do veículo. Com o romaneio em trânsito, o motorista já saiu com o papel impresso, e mudar o nome ou a placa aqui faria a tela discordar do documento que está na estrada.
3. Emitir e imprimir
O botão Emitir e imprimir envia a carga ao ERP e coloca o romaneio em trânsito. Antes dele, dois botões que não mudam nada:
- Pré-visualizar imprime a folha com a tarja RASCUNHO e não muda a situação — serve para conferir a carga montada na véspera.
- Salvar e sair apenas confirma que dá para voltar depois: cada bipagem já grava. O romaneio fica em Em digitação, na aba de mesmo nome.
Se a carga tiver ressalvas — excesso de peso, por exemplo — aparece uma confirmação com os números da carga, para você julgar se o alerta procede. Carga sem ressalva vai direto para a impressão, sem confirmação extra.
A aba de impressão só abre depois do sucesso
Ela não é aberta antes da resposta do servidor: uma aba em branco na frente do operador parece papel carregando mesmo quando o ERP recusou. Como o navegador pode barrar o pop-up nesse momento, se ele for bloqueado a tela mostra um link em destaque — clique nele para não perder a impressão.
Se o ERP aceitar a carga mas não devolver número, aparece O ERP aceitou esta carga sem devolver número — procure o suporte. Não repita a emissão: a carga já subiu.
4. Baixa, depois do transporte
Terminada a viagem, abra o romaneio e registre a baixa.
Só a exceção é marcada
Você registra apenas as notas que tiveram ocorrência e conclui; todas as outras são dadas por entregues. Numa carga de trinta paradas sem problema, o desenho antigo exigia trinta cliques em "Entregue" — repetição que o dedo executa sem o olho ler, e aí a conferência deixa de conferir.
As opções mudam conforme o tipo da carga, e isso não é cosmético: "Entregue" num redespacho finalizaria um pedido que ainda tem uma perna pela frente.
O efeito de cada baixa no pedido é mostrado antes de concluir:
| Tipo da carga | Baixa | O que acontece com o pedido |
|---|---|---|
| Entrega | Entregue | Pedido finalizado |
| Redespacho | Redespachado | Volta para aguardando romaneio — a filial de destino monta o próximo trecho |
| Qualquer | Ocorrência | Volta para aguardando romaneio |
Os tipos de ocorrência vêm do catálogo do ERP. Enquanto nada for marcado, a tela mostra Nenhuma ocorrência registrada.
A baixa no ERP é feita nota a nota, e a tela acompanha o progresso. Ao fim, Concluir romaneio fecha a carga.

5. Cancelar
Só é possível enquanto o romaneio está em digitação. A janela informa quais notas voltam para a fila; ao confirmar, aparece Romaneio cancelado. Notas liberadas.
Depois de emitido não se cancela
O caminho de volta passa a ser a baixa com ocorrência. Se o romaneio for emitido em outra aba enquanto o diálogo de cancelamento está aberto, a tela avisa em vez de deixar o clique virar erro do servidor.
Erros e mensagens
| Mensagem | O que fazer |
|---|---|
| Não foi possível carregar os romaneios. | Falha de comunicação — recarregue a página |
| Falha ao abrir o romaneio. | Idem; persistindo, avise o TI |
| Não foi possível carregar os tipos de ocorrência. | O catálogo do ERP não respondeu; tente a baixa novamente |
| Falha no envio. | A emissão não passou — a carga continua em digitação e pode ser reenviada |
| Falha ao registrar a baixa. / Falha ao concluir. | Repita; as baixas já registradas não se perdem |
| Falha ao cancelar. | Confira se o romaneio não foi emitido nesse intervalo |
| O ERP aceitou esta carga sem devolver número — procure o suporte. | Não reemita — a carga subiu; o suporte precisa localizar o número |
